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Tenha o melhor da cultura cervejeira na palma da sua mão. Descubra, peça e aproveite.

Bar tradicional com boa seleção de bebidas, petiscos e ambiente acolhedor.
Aberto em maio de 2009 na Rua João Alfredo, o Boteco Matita Perê trouxe para a Cidade Baixa o espírito dos botecos de samba da Lapa carioca e da Vila Madalena paulistana. O nome não é aleatório: Matita Perê é música e álbum de Tom Jobim, lançado em 1973 — e a referência musical define tudo na casa.
É um dos endereços em que a programação musical não é acessório: samba, MPB, chorinho e samba-rock se revezam no palco, com artistas variados ao longo da semana.
Música brasileira de raiz: a curadoria cobre samba, MPB, chorinho e samba-rock — sem concessão ao genérico.
Arte nas paredes: a casa expõe obras de tema brasileiro do artista gráfico Gui Beck.
Carta de 56 cachaças: número que coloca o Matita entre as casas mais sérias da cidade no assunto.
A cozinha vai bem além do petisco de boteco — há pratos com cara de restaurante.
Filé de porco ao molho de laranja: um dos destaques gastronômicos mais citados da casa.
Filé mignon ao molho de cerveja preta com bacon crocante: o prato que mais aproveita a identidade cervejeira do bar.
Bolinho de aipim e espinafre recheado com gorgonzola: o petisco de assinatura.
Cachaça: são 56 rótulos na carta — vale explorar em vez de pedir o de sempre.
A programação ao vivo é variada e muda por dia — confira quem toca antes de ir.
Fica na João Alfredo, uma das três ruas que concentram a noite da Cidade Baixa.
Funciona como boteco e como restaurante: dá para jantar de verdade.
Estilo: boteco de samba e MPB com cozinha de restaurante.
Vibe: brasileira, musical, de mesa cheia.
Destaque: 56 cachaças na carta e programação de samba e chorinho.
Público: quem gosta de música brasileira ao vivo e come bem enquanto ouve.
Dica BOAbreja: uma carta com 56 cachaças pede degustação, não dose única. Peça três diferentes para a mesa e compare — é mais barato que parece e muda a noite.